O Gancho | A newsletter da Hook Digital | Arquivo

Publicado em 14 de Fevereiro de 2020 - Tempo de leitura -

Paulo Henrique Lemos - Sócio-fundador e Diretor de Marketing Technology da Hook Digital.

Essa é a nossa newsletter.

A idéia é levar até você um pouquinho do que a gente ouve, lê, faz e aprende sobre marketing, vendas e tecnologia. Toda sexta-feira, direto na sua caixa de entrada. 

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Edição Nº 39: 60% das empresas acha que oferece uma boa experiência. Só 1 em cada 5 clientes concorda

Todos já tivemos aquele professor que diz que não existe pergunta idiota ― idiota é não perguntar. Então, aqui vai uma: o site da sua empresa presta quando acessado a partir de um smartphone? Essa pergunta parece absurda em 2020, ofensiva até. Mas reflita por um momento sobre os requisitos mínimos a que um site mobile deveria atender.

 


Edição Nº 38: Quanto custa a falta de integração entre marketing e vendas? O LinkedIn fez a conta

Na nossa experiência, a falta de integração (de pessoas, processos e tecnologias) entre marketing e vendas é um dos principais fatores para o fracasso do investimento em marketing.

 


Edição Nº 37: CMOs e experiência do cliente: da teoria à prática, o que ainda falta

Se você está na trincheira do marketing hoje, sob a pressão de conseguir resultados no curto prazo, e, ao mesmo tempo, arrumar a casa e prepará-la para o futuro, às vezes é bom saber que não está sozinho: três CMOs falam sobre como pensar a experiência do cliente no contexto da transformação digital, e os desafios e oportunidades que cada um identifica.

 


Edição Nº 36: O Google em 2020: de buscador de todos nós a concorrente de todos nós

Antes, a gente abria o Google, fazia uma busca, clicava em um link e era imediatamente direcionado a outro site. Agora, a maioria das buscas retorna conteúdo do próprio Google (como links do YouTube e da Play Store) ou conteúdo que o Google canibaliza de outros sites, como verbetes da Wikipédia, receitas de bolo e placares esportivos. Se o Google é importante na sua estratégia de crescimento, sua empresa tem que se adaptar a essa nova realidade.

 


Edição Nº 35: Novo HubSpot Enterprise, como contratar profissionais de marketing e mais!

De um tempo pra cá a HubSpot começou a investir pesado para entrar no segmento entreprise. Estamos falando de grandes contas, cujo marketing têm requisitos avançados de customização, uso de dados e segurança, por exemplo. Uma das dúvidas que a gente tinha era a seguinte: como eles vão conseguir adicionar funcionalidades relativamente complexas à plataforma sem prejudicar a usabilidade, a facilidade de uso que sempre foi um dos pontos fortes da HubSpot?

 


Edição Nº 34: Experiência do cliente como vantagem competitiva (para B2B também)

Empresas capazes de gerenciar a experiência como um todo conseguem enormes resultados: maior satisfação do cliente, menor churn, maior receita e até maior satisfação dos funcionários. Para tornar isso possível, elas também encontram maneiras mais eficazes de colaboração interna entre as áreas, um processo que gera ganhos cumulativos para toda a organização.

 


Edição Nº 33: Por que os CMOs continuam patinando na transformação digital?

Profissionais de marketing sentem a pressão de não apenas gerar idéias criativas, mas também liderar o crescimento e a inovação tecnológica de suas marcas. O cargo de CMO e outros equivalentes foram marcados por mudanças e demissões este ano. Em alguns casos, os CMOs foram eliminados completamente, e substituídos por executivos focados em digital, dados e crescimento.

 


Edição Nº 32: Seu CRM trabalha para você? Ou é você quem trabalha para o seu CRM?

Às vezes a gente ouve profissionais de vendas reclamando do CRM, e com razão. Em alguns casos, parece que são eles que trabalham para a ferramenta, ao invés da ferramenta trabalhar para ajudá-los, como deveria ser.

 


Edição Nº 31: Sobre dados de marketing e vendas como vantagem competitiva

Você já deve ter reparado no abismo entre a teoria e a prática no uso de dados de marketing e vendas. Em teoria, os dados são um ativo precioso e essencial para decidir, inovar e crescer. Na prática, poucas empresas conseguem extrair valor dos dados que têm.

 


Edição Nº 30: Em marketing, tecnologia não resolve problema de estratégia

Se a estratégia de crescimento da sua empresa é falha, ou se a experiência que você oferece ao seu cliente deixa a desejar, não importa a tecnologia que você usa. Por que tecnologia é sempre um meio, não um fim. Dito isso, uso intensivo de tecnologia no marketing é um movimento irreversível, que abre novas oportunidades de criação de valor para empresas e clientes.

 


Edição Nº 29: A "big picture" do marketing: 3 podcasts para entender o que está acontecendo.

Sobre uso de dados, investimento em marketing e criação de riqueza. Esperamos que sejam tão úteis para você quanto foram para a gente.

 


Edição Nº 28: 3 novidades da HubSpot + 17 práticas de feedback quantitativo

Se você examinar com atenção, vai notar que elas refletem uma preocupação da HubSpot em criar valor não apenas para o cliente (entendido aqui como a empresa que compra o produto), mas também para o usuário final do produto: o profissional de marketing e vendas dentro da empresa, na trincheira, tocando campanhas, gerando relatórios, ralando para bater metas.

 


Edição Nº 27: Para que serve a inteligência artificial no marketing?

Otimizar o investimento em mídia paga e personalizar a experiência do cliente, por exemplo, são duas das atribuições mais importantes do marketing hoje. E não dá pra fazer essas coisas com precisão e escala sem identificar os diferentes perfis e padrões de comportamento de quem compra o seu produto ou serviço. Com uma ajudinha da tecnologia, dá pra tirar muito mais valor dos dados que você já tem — e tomar melhores e mais rápidas decisões sobre alocação de recursos.

 


Edição Nº 26: As novas (e complicadas ) atribuições do CMO

Se um CMO foca em estratégia e inovação, não gera resultados no curto prazo. Se foca em ações pontuais, não investe na construção da marca. Em alguns casos, a liderança de marketing passou a ser compartilhada entre dois ou mais profissionais, com atribuições específicas de marca ou tecnologia. Em outros, foram criados times híbridos, com profissionais de diferentes áreas e especialidades (algo como o chamado “growth squad”, mais um irritante termo modinha entre profissionais de marketing).

 


Edição Nº 25: As peças básicas de uma estratégia de marketing são as mesmas. Mas a execução mudou

Essa mudança é real e pode ser notada em qualquer empresa que cresce exponencialmente. Nessas empresas, o marketing é tratado como investimento. A missão da área é puxar o crescimento e influenciar a receita via redução do custo de aquisição de cliente (CAC) e aumento do lifetime value (LTV).

 


Edição Nº 24: Conteúdo, feedback e a ineficiência do marketing

Na nossa experiência, há pelo menos uma mudança capaz de transformar o trabalho e os resultados do marketing: pensar e agir a partir do ponto de vista do cliente. Mas muitos times de marketing ainda vivem isolados em seus mundinhos.

 


Edição Nº 23: O marketing e a ilusão dos recursos ilimitados

Nenhum time de marketing, em qualquer que seja a empresa, tem a autonomia, o tempo, o orçamento e o foco, entre outros recursos, para fazer tudo o que gostaria (ou deveria) neste exato momento. Ao contrário: o time de marketing quase sempre está sobrecarregado de atribuições, trabalhando com pouca autonomia e orçamento a conta-gotas, sob a pressão de fazer as coisas acontecerem no curto prazo.

 


Edição Nº 22: Que cliente hoje espera MENOS facilidade, personalização e conveniência?

Quando empresas como a Amazon ou o Nubank sobem a régua da experiência, elas reinventam a nossa expectativa não só em relação aos serviços delas, mas em relação a todos os demais produtos e serviços que consumimos.

 


Edição Nº 21: Menos da metade das buscas no Google resulta em cliques. E agora?

Começou com a personalização agressiva dos resultados, baseada em fatores como contexto da busca, histórico e na localização. Depois, punições cada vez mais severas para sites lentos, ou que não rodavam bem em smartphones, ou que eram apenas medíocres. Até chegar à chamada “canibalização” do conteúdo dos sites indexados. E agora?

 


Edição Nº 20: Marketing, tecnologia, crescimento e medos (sim, medos)

Reinventar a experiência: é, entre outras coisas, diminuir a fricção, ou seja, a dificuldade que o cliente enfrenta para encontrar, entender, avaliar, comprar, usar e recomendar a outros clientes aquilo que a sua empresa vende.

 


Edição Nº 19: Redefinindo o que é possível: coisas que fizeram a gente pensar neste ano

Falando de profissional para profissional: os projetos de marketing que a gente mais admira costumam ter algumas coisas em comum. Entre elas, a capacidade de criar novas formas de entregar valor para o cliente, o impacto nos resultados de negócio e a simplicidade na execução e na mensuração.

 


Edição Nº 18: Quantidade versus qualidade: o Google e o futuro de conteúdo e SEO

Demorou, mas finalmente começamos a ver no Brasil o que já é realidade nos EUA: a mudança da quantidade para a qualidade no jeito de pensar e fazer conteúdo e SEO.

 


Edição Nº 17: CMOs na transformação digital, parte 2: mais opiniões sobre o que vem por aí

O CMO é o líder responsável pela percepção desejada pela organização (a marca) e pela percepção real da organização (a experiência).

 


Edição Nº 16: CMOs na transformação digital: três opiniões sobre o que vem por aí

Reorientar a cultura de uma organização em torno da experiência do cliente é uma mudança radical para muitas empresas. Mas, como diria o outro, se não isso, o que? Se não agora, quando?

 


Edição Nº 15: Métricas de crescimento e integração entre marketing e vendas

O que fazer quando o cliente tem múltiplos pontos de contato para tratar de assuntos diferentes, antes, durante e depois da compra? Para profissionais de marketing, reconhecer a complexidade desse cenário é um bom ponto de partida. 

 


Edição Nº 14: Aquisição de novos clientes x churn: por que sua empresa não cresce?

Sua empresa investe em marketing e fecha novos clientes, mas nem assim consegue crescer. Onde está o problema? Resposta: não adianta encher balde furado.

 


Edição Nº 13: Quem deve liderar a transformação digital na sua empresa?

As áreas de marketing e vendas são candidatas naturais, e há boas razões para isso.

 


Edição Nº 12: 44 desculpas para não mudar absolutamente nada na sua empresa

Como você já deve ter percebido, nosso mercado fala muito em mudanças. Mudanças no perfil e comportamento do cliente. Mudanças nos modelos de negócio. Mudanças de estratégia, de tecnologia, de posicionamento, de mentalidade. Mas falar em mudança é mais fácil do que, bom, mudar.

 


Edição Nº 11: O que os CMOs planejam para ano que vem? 

Apenas um em cada quatro CMOs está confiante na sua capacidade de demonstrar o retorno do investimento.

 


Edição Nº 10: Marketing no Brasil: o mercado mais ineficiente do mundo

Da boca pra fora, todo mundo fala em impacto no negócio, retorno do investimento e resultados. A realidade é bem diferente.

 


Edição Nº 9: As variáveis que determinam o crescimento do seu negócio

É preciso lembrar que experiência do cliente (antes, durante e depois da compra) não é só mais um termo da moda no mundinho corporativo. Tem impacto direto nos resultados de negócio. Duvida? A gente explica.

 


Edição Nº 8: Se estratégia é tão importante, por que você não tem tempo para ela?

Aos poucos começa a cair a ficha de que, para as marcas, mídia, tecnologia e dados são meios, não fins. Se isso parece óbvio, é porque é óbvio mesmo (mas só pra quem sabe). 

 


Edição Nº 7: As lições da empresa do ano: nada que você já não saiba. Duro é fazer

Fazer o que todo mundo faz pode até ser o suficiente para sobreviver, mas raramente é o suficiente para prosperar. Para prosperar, para sair da vala comum da mediocridade, é preciso fazer diferente. É preciso ter disciplina. E paciência. Me sinto ligeiramente ridículo ao escrever clichês como esses, mas não é por serem clichês que eles deixam de ser verdade. O contrário é mais provável.

 


Edição Nº 6: Profissional de marketing versus complexidade

Esta não é mais uma profissão em que basta ser o mais inteligente, experiente e capaz. É uma profissão cuja complexidade excedeu a capacidade de qualquer indivíduo, pelo volume de conhecimento e pela habilidade que demanda de seus praticantes.

 


Edição Nº 5: Por que o budget de marketing é tão fácil de cortar?

Quantas áreas de marketing podem dizer, com convicção, que são capazes de demonstrar o impacto do seu investimento e do seu trabalho nos resultados de negócio? Poucas, infelizmente.

 


Edição Nº 4: Experiência do cliente: questão de sobrevivência, não de vaidade

Pensar a partir do ponto de vista do cliente exige uma mudança de mentalidade. Ao invés de ações pontuais e massificadas à espera de um milagre, campanhas personalizadas com melhoria contínua e ganhos incrementais. No lugar do improviso, métodos e processos claros. Decidir menos no chute e mais com dados.

 


Edição Nº 3: Dados de marketing como vantagem competitiva? Opa.

Para a pequena minoria de empresas que estão inventando o futuro do marketing, canais e conteúdo próprios são mais do que uma forma de diminuir a dependência em relação a terceiros. Servem também para conseguir o que esses terceiros, os chamados gatekeepers, têm de mais valioso, que são os dados de perfil e comportamento das pesssoas que compram ou podem comprar os produtos e serviços delas.

 


Edição Nº 2: MarTech e o CMO do futuro

Vivemos uma transformação nas áreas de marketing e TI. O perfil do CMO está mudando. Entre outras coisas, esse profissional vai assumir novas, maiores e mais interessantes responsabilidades na compra e no uso de tecnologia.

 


Edição Nº 1: Transformação digital e a experiência do consumidor

Esse é o termo que descreve como as empresas vão ter que que rebolar para dar conta do impacto da tecnologia em todas as áreas do negócio. Financeiro, recursos humanos, pesquisa e desenvolvimento, logística, e quais mais você quiser. As áreas de marketing e vendas são apenas aquelas em que o impacto é mais visível neste momento, porque ambas são diretamente influenciadas pelas mudanças no comportamento do consumidor.

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